
Em Portugal sempre fomos tramados... não basta o Colombo já ser português (o que não seria de espantar já que ele queria ir para a India e foi parar à América...), como o trambolho com 4 pernas (também conhecido como cão presidencial) também tem de o ser à força.
Se eu fosse pedir um cão de água ao Algarve, era capaz de sair de lá com um rafeiro piolhento, já a morrer de velho (ou de alguma doença grave, transmissível aos humanos sem ser necessariamente por bia sexual).
Mas para o Obama, não só lhe queriam arranjar um modelo acabado de sair da fábrica como já vinha todo kitado (i.e. já só mija onde o Barack lhe diz).
Como de costume, o português promete mas leva anos a fazer. E ainda o cão não tinha ido à cadela para fazer o cachorro do Obama e já os americanos lhe tinham oferecido um genuíno cão de água português nascido na América e provavelmente numa zona em que a água só no poço...
Assim sendo o cão só é português se tiver o mesmo avô que o Deco ou o Pepe.
A pensar nisso, os jornais americanos já correm algumas tiras, e cá fico à espera da tira em que o cão, como bom português, avia 3 ou 4 pontapés nas costas de outro cão numa disputa de bola.
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